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O que fazer em Florianópolis: veja roteiros de 1 a 5 dias pelas praias, Lagoa e Centro

A ilha tem cinco regiões de perfis bem diferentes, três fortalezas abertas de terça a domingo e uma ponte que fez 100 anos em maio. Veja o que ver, onde ir com crianças, o que fazer na chuva e como circular.

Ponte Hercílio Luz ao entardecer, em Florianópolis
Foto: Fotos-GE / Pixabay

O que fazer em Florianópolis depende muito de onde você acorda. A capital de Santa Catarina ocupa uma ilha de praias, lagoas e morros, mais um pedaço de continente. No mesmo dia dá para cruzar uma ponte centenária, comer ostra tirada da baía e ver o sol se pôr numa vila açoriana.

Este guia do Ouviram organiza a ilha por regiões, reúne horários e preços oficiais dos passeios e propõe roteiros de 1, 3 e 5 dias. As praias, uma a uma, estão no guia completo das praias de Florianópolis.

Por que Floripa atrai tanta gente

Florianópolis tinha 537.211 moradores no Censo 2022 e deve chegar a 598.370 em 2026, segundo estimativa do IBGE. O município soma 674,8 km², contando a ilha e a parte continental. No verão, a população flutuante muda o ritmo de bairros inteiros.

O aeroporto da cidade passou de 5 milhões de passageiros pela primeira vez em 2025: foram 5,1 milhões, segundo a concessionária que o administra. Desse total, 1,2 milhão viajou em voos internacionais, o que coloca Florianópolis em terceiro lugar no país, atrás de Guarulhos e do Galeão. Santiago, no Chile, e Buenos Aires são as rotas mais movimentadas.

A mesa também explica a fama. Em 2014, Florianópolis entrou na Rede de Cidades Criativas da Unesco, na categoria gastronomia. Foi a primeira cidade brasileira reconhecida nessa área e chegou à rede junto com Curitiba, escolhida em design. A ostra é a estrela: o município produziu 1.336 toneladas em 2023, segundo a Epagri, empresa de pesquisa agropecuária do governo catarinense.

Produção de ostras por município de Santa Catarina em 2023 (toneladas)
Florianópolis1.336
Palhoça195
São José178
Bombinhas14
Governador Celso Ramos5
São Francisco do Sul4

Fonte: Epagri/Cedap, dezembro de 2024

Como calculamos: o Ouviram dividiu a produção de Florianópolis (1.336 toneladas) pelo total do estado na safra 2023 (1.731,8 toneladas). Os dois números são da Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, da Epagri. O resultado é 77,1%. Os cultivos ficam sobretudo nas baías, em bairros como Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa.

As cinco regiões: escolha a sua antes de reservar

A ilha tem cerca de 54 km de norte a sul, e o trânsito do verão pesa. Por isso, escolher a região certa vale mais do que qualquer roteiro. A tabela resume o perfil de cada uma.

RegiãoPerfilOnde ficaCombina com
NorteMar calmo, protegido pela Baía Norte, e muita estruturaJurerê, Canasvieiras, Ingleses, Santo Antônio de LisboaFamílias com crianças e quem quer conforto
LesteLagoa da Conceição, dunas e ondas fortesLagoa, Barra da Lagoa, Joaquina, Praia MoleSurfistas, jovens e vida noturna
SulVilas de pescadores, trilhas e mataCampeche, Armação, Pântano do Sul, Ribeirão da IlhaQuem busca sossego e natureza
CentroHistória, comércio e as duas baíasCentro Histórico, Beira-Mar Norte, Mercado PúblicoCultura, compras e passeios a pé
ContinenteBairros residenciais com vista da ilhaCoqueiros, Estreito, ItaguaçuPôr do sol e vida de bairro

Para comparar bairros em detalhe, veja onde ficar em Florianópolis.

Norte: mar de piscina e pôr do sol açoriano

As praias do Norte são viradas para a Baía Norte ou protegidas por ela, por isso a água costuma ser calma e menos fria. A Daniela é rasa e quase sem ondas, ao lado dos manguezais da Estação Ecológica de Carijós, área federal protegida. Em Jurerê, o mar manso divide a orla entre o bairro tradicional e Jurerê Internacional, conhecido pelos beach clubs.

Canasvieiras tem passeios de escuna e virou endereço preferido dos argentinos, que lideram as visitas estrangeiras a Santa Catarina: foram 464.690 em 2025, segundo a Embratur. Mais a leste, Ingleses alterna trechos calmos e trechos de onda. No Santinho, o costão guarda inscrições rupestres de povos que viveram na ilha há milhares de anos.

Do lado da baía, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui preservam casario dos colonos açorianos. Os primeiros 461 chegaram em 22 de fevereiro de 1748, segundo o Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC. Até 1756, cerca de 6 mil açorianos vieram para o litoral catarinense. É ali que muita gente janta ostra vendo o sol cair atrás da Baía Norte.

Leste: a Lagoa, as dunas e as ondas

A Lagoa da Conceição é o coração do Leste. O centrinho reúne bares, restaurantes e feirinhas, e a Avenida das Rendeiras lembra a renda de bilro, herança açoriana. Do Terminal Lacustre, no centrinho, saem os barcos coletivos para a Costa da Lagoa, comunidade sem acesso por carro. A viagem até o fim da linha leva cerca de 55 minutos.

A Joaquina, a 17 km do Centro, recebeu campeonatos mundiais de surfe e tem dunas onde se pratica sandboard. A Praia Mole atrai surfistas e um público jovem. A Barra da Lagoa, onde o canal encontra o mar, é o maior polo pesqueiro da ilha, segundo a prefeitura, e abriga o centro de visitantes do Projeto Tamar.

Para quem gosta de natureza sem estrutura, a Galheta é praia de naturismo desde 1986, mas tirar a roupa não é obrigatório. Já o Moçambique, com 8 km de areia, fica dentro do Parque Florestal do Rio Vermelho e não tem prédios na orla.

Sul: vilas de pescadores, trilhas e a Ilha do Campeche

O Sul é a parte mais preservada da ilha. O Campeche tem mar aberto, boa estrutura e a vista da Ilha do Campeche, logo em frente. Na Armação, os barcos de pescadores dividem a areia com os que levam visitantes à ilha, e uma trilha curta leva à Praia do Matadeiro.

A Lagoa do Peri é a maior lagoa de água doce do litoral catarinense, com cerca de 5 km² de espelho d'água. Ela fica dentro de um monumento natural municipal, com área de banho, trilhas e atividades sem motor. Mais ao sul, o Pântano do Sul é vila de pescadores. Dali sai a trilha de 2 km para a Lagoinha do Leste, segundo o portal de turismo da prefeitura.

No lado da Baía Sul, o Ribeirão da Ilha concentra fazendas de ostras e restaurantes à beira d'água, num dos casarios açorianos mais bem conservados da cidade. No extremo sul, a trilha de Naufragados tem 2.621 metros a partir da Caieira da Barra do Sul e chega a uma praia com farol de 1871. Detalhes de cada caminho estão no guia de trilhas de Florianópolis.

Centro e Continente: a cidade antes da praia

O Centro Histórico se percorre a pé numa manhã. A Praça XV de Novembro tem a figueira centenária, a Catedral Metropolitana e o Palácio Cruz e Sousa, sede do Museu Histórico de Santa Catarina. A poucos quarteirões, a Casa da Alfândega, na Rua Conselheiro Mafra, vende artesanato local. Para uma pausa entre um museu e outro, veja os melhores cafés de Florianópolis.

A Beira-Mar Norte é a pista de caminhada e de bicicleta da cidade, com vista para a baía e para a ponte. Ali o passeio é na calçada. Os três pontos monitorados na orla estavam impróprios para banho em 2 de outubro, segundo o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). No Continente, Coqueiros e Itaguaçu oferecem um pôr do sol de frente para a ilha.

Os cartões-postais que valem o desvio

Ponte Hercílio Luz. Inaugurada em 13 de maio de 1926, a ponte completou 100 anos em 2026. São 821 metros, com vão central suspenso de 339,5 metros, a maior ponte pênsil do Brasil. Depois de quase três décadas interditada, foi reaberta em 30 de dezembro de 2019.

Nos dias úteis, a ponte recebe ônibus, táxis e carros, e pedestres e ciclistas usam as passarelas laterais. Nos fins de semana e feriados, a pista fecha para veículos e o tabuleiro inteiro fica para quem está a pé ou de bicicleta, segundo o governo de Santa Catarina. À noite, a iluminação colorida é um dos melhores cenários de foto da cidade.

Mercado Público. Inaugurado em 1899, na Rua Jerônimo Coelho, 60, o mercado mistura peixarias, lojas e bares tradicionais. A administração informa estes horários:

DiaPeixariasLojasAlimentação
Segunda a sexta7h às 19h8h às 19h10h às 22h
Sábado7h às 14h8h às 14h10h às 17h
Domingo7h às 12hFechadas11h às 17h

Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha. As duas antigas freguesias açorianas, uma em cada baía, são o melhor lugar para provar ostras e mariscos. Vá no fim da tarde em Santo Antônio, para o pôr do sol, e no almoço no Ribeirão, quando as casas à beira d'água abrem as varandas. Sugestões de mesa estão no guia de onde comer em Florianópolis.

Fortalezas. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) administra três fortalezas do século 18. Elas formavam o "triângulo de fogo", idealizado pelo brigadeiro José da Silva Paes para proteger a entrada norte da ilha, segundo a UFSC. A de São José da Ponta Grossa, na Praia do Forte, tem acesso por terra. As de Santo Antônio de Ratones e de Santa Cruz de Anhatomirim ficam em ilhas e dependem de barco, contratado com empresas de transporte náutico.

ItemRegra em 2026
Dias e horáriosTerça a domingo, das 8h30 às 18h30, inclusive feriados; entrada até 18h
InteiraR$ 20
Meia-entradaR$ 10 (estudantes, pessoas com deficiência, professores da educação básica, entre outros)
Ingresso duplo (Ratones e Anhatomirim)R$ 30 inteira e R$ 15 meia
GrátisÚltimo domingo de cada mês, de março a novembro
PagamentoAntecipado no site de ingressos da UFSC ou na portaria (Ratones e Anhatomirim só aceitam dinheiro; Ponta Grossa aceita dinheiro ou Pix)

Os valores seguem resolução da UFSC de 11 de junho de 2026. Anhatomirim, que fica no vizinho município de Governador Celso Ramos, passa por obras de restauração, segundo a UFSC. Em 2026, os próximos domingos gratuitos são 25 de outubro e 29 de novembro.

Ilha do Campeche: como visitar dentro das regras

A Ilha do Campeche tem água transparente e areia branca. Também guarda a maior concentração de oficinas líticas (rochas onde se poliam ferramentas de pedra) e inscrições rupestres do litoral brasileiro, segundo a prefeitura. Tombada pelo Iphan em 2000, virou em 2025 o Monumento Natural Municipal da Ilha do Campeche. Por isso, a visita tem limite diário e regras rígidas.

Como fazer

  1. Faça o cadastro no site oficial da Ilha do Campeche, mantido pela Prefeitura de Florianópolis. Brasileiros usam o CPF, e há cadastro para estrangeiros.
  2. Entre na área de reservas, leia as regras e escolha a forma de travessia: uma das associações credenciadas ou a opção "Outros ou próprios", para caiaque, prancha ou barco particular.
  3. Escolha a data, inclua os acompanhantes e emita o documento de pagamento. O voucher é liberado 24 horas depois da compensação. Na temporada 2025/2026, ele custou R$ 15 por pessoa.
  4. Leve o voucher, impresso ou no celular, e um documento de identidade. O barqueiro confere os dois antes do embarque.

Os barcos saem principalmente da Armação, do Campeche e da Barra da Lagoa, e a travessia é paga à parte, com preço que varia conforme a saída e a época. O desembarque só acontece das 9h às 17h, e a ilha fecha com mar perigoso ou sem monitores.

Não há reagendamento nem devolução do valor se o tempo virar, avisa a prefeitura. Também é proibido levar som, animais (exceto cão-guia), plantas e churrasqueira, e todo o lixo volta com você. As 800 vagas diárias foram divididas por portaria municipal entre as formas de travessia:

  • 410 para a associação de pescadores da Armação;
  • 135 para a associação de transporte náutico da Barra da Lagoa;
  • 73 para os barqueiros da Praia do Campeche;
  • 62 para a associação de preservação da ilha;
  • 120 para outros transportadores e meios próprios.

O que fazer de dia, à noite, com crianças e na chuva

De dia. Além das praias, suba ao mirante do Morro da Cruz, no Centro, para ver as duas baías. Faça o passeio de barco à Costa da Lagoa e almoce num dos restaurantes da comunidade. Quem gosta de esporte encontra escolas de surfe na Joaquina, no Campeche e na Praia Mole.

À noite. O centrinho da Lagoa concentra bares e música ao vivo. Santo Antônio de Lisboa tem restaurantes de frutos do mar com vista para a baía. No Centro, o Mercado Público serve chope e petiscos até as 22h nos dias úteis.

Com crianças. As praias calmas do Norte, como Daniela, Jurerê e Ponta das Canas, são as mais tranquilas para os pequenos. O Projeto Tamar, na Barra da Lagoa, apresenta as tartarugas marinhas e o trabalho de conservação. Abre de quarta a segunda, das 9h30 às 17h. A inteira custa R$ 44, a meia R$ 22, e crianças até 5 anos não pagam. A Lagoa do Peri tem água doce e área de banho sem ondas.

Na chuva. O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC, no campus da Trindade, abre as exposições de terça a sexta, das 7h às 19h, com entrada até 18h30. O acervo inclui obras de Franklin Cascaes sobre as lendas da ilha. Às quartas-feiras em período letivo, o Planetário da UFSC abre a partir das 18h30, com sessões por ordem de chegada e sem agendamento. O Mercado Público e o Museu Histórico de Santa Catarina completam o dia.

Roteiros de 1, 3 e 5 dias

1 dia. Manhã no Centro Histórico, com Praça XV e Mercado Público. Atravesse a Ponte Hercílio Luz a pé, se for fim de semana. À tarde, siga para a Lagoa da Conceição e feche o dia no pôr do sol de Santo Antônio de Lisboa.

3 dias. No primeiro, faça o roteiro acima. No segundo, dedique-se ao Leste: Barra da Lagoa e Projeto Tamar pela manhã, Joaquina ou Praia Mole à tarde. No terceiro, desça ao Sul: Campeche e Armação de manhã, almoço no Pântano do Sul ou no Ribeirão da Ilha.

5 dias. Acrescente um dia de Norte, com Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Praia do Forte e Jurerê, e um dia de natureza. Para este, escolha entre a Ilha do Campeche, com voucher reservado, a trilha da Lagoinha do Leste ou a de Naufragados. Deixe um dia livre na previsão: com vento sul, troque a praia pelo Mercado e pelos museus.

Dicas práticas: ônibus, carro, mar e calendário

Ônibus. A tarifa é R$ 6,20 com o Cartão Cidadão e R$ 7,70 por QR Code ou Pix, desde 1º de janeiro de 2026. Desde 5 de janeiro, não se paga em dinheiro dentro do ônibus: só nas bilheterias dos terminais de integração. As linhas se cruzam nos terminais, como o do Centro (Ticen), o do Rio Tavares (Tirio) e o da Lagoa (Tilag).

Carro. No verão, saia cedo para as praias do Norte e do Sul, que têm poucas vias de acesso. Na Joaquina, o estacionamento é pago. Para a Ilha do Campeche e para as trilhas, o carro fica no ponto de partida.

Mar. Na temporada 2025/2026, os postos de guarda-vidas funcionaram das 7h às 19h. Em Florianópolis, o Corpo de Bombeiros fez 1.423 salvamentos, 5.484 atendimentos por queimadura de água-viva e atendeu 667 ocorrências de crianças perdidas. Prefira as áreas com posto, respeite as bandeiras e identifique as crianças com pulseira e telefone.

Água limpa. O IMA analisa a balneabilidade toda semana de outubro a março. No relatório de 2 de outubro, 53 dos 88 pontos da cidade (60,2%) estavam próprios. O instituto recomenda evitar o banho por 24 a 48 horas depois de chuva forte, sobretudo perto de rios e galerias pluviais. Consulte a situação no site do IMA ou no aplicativo CBMSC Cidadão.

Calendário. Segunda-feira, 12 de outubro, é feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças, e o fim de semana prolongado enche a ilha. Em 23 de março, aniversário da cidade, há feriado municipal. A rede estadual de Santa Catarina encerra o ano letivo em 18 de dezembro, segundo o calendário escolar por estado, e a alta temporada começa logo depois.

Eleição. Domingo, 25 de outubro, é dia de 2º turno, e o eleitor de Florianópolis vota na mesma seção do 1º turno. Os números da cidade no 1º turno estão na página de resultados de Florianópolis.

O que vem agora

O IMA prevê o primeiro relatório da temporada 2026/2027 para 30 de outubro. Antes de reservar a Ilha do Campeche, confira no site oficial as regras do próximo verão; nos últimos anos, a temporada foi de dezembro a março. Para planejar datas, voos e o clima de cada mês, veja quando ir e como chegar a Florianópolis e a agenda de eventos do ano.

  1. 1. Em que ano a Ponte Hercílio Luz foi inaugurada?

  2. 2. Qual município é o maior produtor de ostras de Santa Catarina?

  3. 3. Em que ano Florianópolis entrou na Rede de Cidades Criativas da Unesco, em gastronomia?

  4. 4. Quantas pessoas por dia podem desembarcar na Ilha do Campeche?

  5. 5. De onde partiram as primeiras galeras de colonos açorianos que chegaram à ilha em 1748?

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Perguntas frequentes

O que fazer em Florianópolis em 3 dias?

Reserve um dia para o Centro Histórico, o Mercado Público e a Ponte Hercílio Luz, outro para a Lagoa da Conceição e as praias do Leste, e o terceiro para o Sul da ilha, com Ribeirão da Ilha ou Armação e Pântano do Sul.

Qual a melhor região para se hospedar em Florianópolis?

Depende do perfil. O Norte tem mar calmo e mais estrutura para famílias, o Leste concentra a Lagoa, o surfe e a vida noturna, e o Sul é o mais tranquilo, com vilas de pescadores e trilhas.

Precisa pagar para visitar a Ilha do Campeche?

Sim. Na temporada 2025/2026, a prefeitura cobrou um voucher de R$ 15 por pessoa, emitido no site oficial da ilha. A travessia de barco é paga à parte, e o preço varia conforme o ponto de saída e a época.

Quanto custa a passagem de ônibus em Florianópolis?

R$ 6,20 com o Cartão Cidadão e R$ 7,70 pagando por QR Code ou Pix, valores em vigor desde 1º de janeiro de 2026. Dinheiro só é aceito nas bilheterias dos terminais de integração.

O que fazer em Florianópolis em dia de chuva?

O Mercado Público, o Museu Histórico de Santa Catarina, na Praça XV, o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC e o Projeto Tamar, na Barra da Lagoa, são boas opções. As fortalezas também abrem com tempo nublado, mas a travessia para as ilhas depende do mar.

Dá para atravessar a Ponte Hercílio Luz a pé?

Sim. A ponte tem passarelas laterais para pedestres e ciclistas nos dias úteis. Nos fins de semana e feriados, a pista fecha para veículos e todo o tabuleiro fica reservado a quem está a pé ou de bicicleta, segundo o governo de Santa Catarina.

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